O Risco da Renda Variável vale a pena?

Publicado por trademachine em fevereiro 26, 2018

Quando pensamos em investir nosso dinheiro – e ficamos divididos entre Renda Fixa e Renda Varíavel – a primeira palavra que vem à cabeça é RISCO.

No quesito baixo risco, a Renda Fixa é a protagonista:

  • Tesouro Direto;
  • LCI;
  • LCA;
  • CDB.

Contudo, com a queda da SELIC para a mínima histórica, especialistas já preveem que alguns rendimentos fixos não serão capazes de superar a inflação. Para quem investe em títulos de longo-prazo, a questão também fica em até quando deve-se aguardar para que estes rendimentos façam alguma diferença no seu orçamento.

Nesse momento é comum revisitar a questão do Risco e voltar a pensar se investir em mercados de Renda Variável, como a Bolsa de Valores, compensa.

De Renda Fixa para Renda Variável


Ao trocar a previsibilidade da Renda Fixa pela rentabilidade da Renda Variável, é importante que você, investidor, entenda que a palavra “variar” significa que o ativo adquirido oscila no tempo.

Ou seja, há chance de ganho mas existe também a chance de perda.

Deste modo, ao optar pela renda variável, sempre temos que ter em mente o binômio risco/retorno, já que em cada operação de compra/venda reflete a possibilidade do ativo tomar a direção da sua entrada no mercado (consolidando ganhos) ou seguir uma direção contrária a sua entra (realizando perdas). No final das contas, o balanço das suas operações # de perdas + # de ganhos deve gerar um resultado positivo – esse é o objetivo de um grande investidor de sucesso.

“Se é arriscado perder dinheiro por que alguém faria esse tipo de investimento?”

Basicamente porque a relação risco e retorno costuma andar de mãos dadas; onde maior for o risco, maior será seu retorno (desde que o investidor consiga ler corretamente a direção do mercado/ativo). Portanto, se você deseja que seus investimentos tenham uma rentabilidade mais alta que os investimentos de renda fixa, o risco que você irá correr, certamente, será maior.

Mas muita gente diz que “para não perder dinheiro na bolsa você precisa ser um especialista”. Bem, antigamente isso era uma verdade, antes da tecnologia entrar também no mercado dos investimentos.
Hoje você não precisa entender tudo sobre as taxas, sobre o mercado e nem ter tanto conhecimento técnico. É possível contratar alguém, ou algo, que faça esse papel por você.

“Então como eu faço para investir se não sou um especialista?”

As formas de investir em renda variável são muitas, fundamentalista, técnica (gráfica), booking etc, mas, na nossa opinião, a menos complicada, e que comporta a congruência e estudos de alguns dos métodos anteriormente citados, é a automatização por meio de algoritmos configurados especificamente para apoiar operações no mercado de ativos: em resumo, os robôs de investimento fazem todo esse trabalho para você.

Os robôs avaliam o risco e monitoram oportunidades, além de fazer as operações para você sem que você tenha que realizar qualquer tipo de interferência.

Assim como outras formas de investir, utilizar robôs é uma alternativa bem ampla que consegue atender a todos os objetivos do investidor, seja fazer um investimento de longo prazo ou especular na bolsa para ter ganhos rápidos. O importante é você conhecer seu perfil e saber selecionar a solução mais adequada para você.

Aumentar a rentabilidade dos seus investimentos não é difícil, mas certamente, trará mais risco para sua carteira. E sempre vale lembrar: antes de arriscar o seu capital é importante que você tenha uma boa reserva de segurança, suficiente para cobrir possíveis necessidades no curto e no médio prazo.

Tome essa decisão com calma e procure um especialista para te auxiliar. Em pouco tempo você sentirá a diferença nos lucros da sua conta. A renda variável, quando levada a sério, sendo usada de maneira racional e não emocional, é um vetor importante para otimização dos seus rendimentos.

Categorias: Dicas

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